Noronha da Costa

Noronha da Costa nasceu em Lisboa. Fez o curso de arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Expôs individualmente pela primeira vez em 1962 (Lisboa, Paris, Munique)

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Em 1966 expôs no Salão de Maio, Bienal de S. Paulo e foi-lhe atribuído o Prémio Soquil pela sua actuação na época de 1968-69. Aos 27 anos de idade Noronha da Costa “reúne  um consenso crítico e público muito alargado” no panorama artístico português.Noronha da Costa começou a dar os primeiros passos na pintura ainda muito jovem, recebendo aulas de Eduarda Lapa. Foi, porém, a meio do curso de Arquitectura, que frequentava na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, que iniciou o seu percurso enquanto artista plástico.

Começou por produzir uma série de objectos e colagens, que enviaria para exposições colectivas da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Começando a granjear  reconhecimento por parte da crítica. O artista tornava transparentes, através do uso do óleo, imagens retiradas de revistas.  Criando dessa forma, na tela dois conjuntos figurativos que interferiam entre si. As suas primeiras obras de relevo eram sobretudo colagens “em que se identificava uma procura imagética de carácter poético, o que logo depois se traduziu pelo emprego de folhas de revistas ilustradas impregnadas de óleo de modo a trazer ao mesmo plano os seus inverso e reverso numa imagem dupla e ambígua. Seguidamente dedicou-se à construção de objectos, nos quais o emprego de espelhos e vidros despolidos produz efeitos espaciais inéditos“, com o cruzamento entre os espaços real e virtual (ver por exemplo Objecto 67).

A partir daí Noronha da Costa seria autor de um trabalho singular no contexto da pintura portuguesa. Em busca de uma perspectiva sensual das imagens. Noronha da Costa  recria uma tridimensionalidade que desafiava a percepção do espectador através de molduras simuladas de motivos românticos.

Dimensões: 160 x 130

Técnica: Acrílico e pastel

Dimensões:

Técnica: Serigrafia

 

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